20 dez 2016 - Moda

Consumo de moda no século 21.

Comprar roupas é algo comum a todas as pessoas. Algumas o fazem por pura necessidade de estarem vestidas e outras porque identificam um prazer neste ato. A forma como as peças do vestuário são consumidas se mantem em constante evolução, assim como a indústria fashion.

A moda possui um caráter cíclico no qual o que foi moda em décadas passadas, pode voltar em uma releitura na atualidade. Porém, nenhuma outra época reuniu tanto os fashionismos antigos como a modernidade. É possível encontrar no século XXI características do vitoriano ao gótico, dos anos 20 aos anos 80 e até mesmo de um tempo futurístico dedicado a materiais incomuns para a moda. Porém quanto tempo isso irá durar? Difícil responder essa pergunta com algum número, um espaço de tempo seria mais adequado: ‘em breve’. Com o fácil – e rápido – compartilhamento de informação, a moda tem se saturado cada vez mais rápido. Por isso, conceitos como o de fast fashion e de upcycling estão em pauta atualmente. E isso tem mudado a forma como as pessoas consomem moda.

A presença, cada vez mais forte, da internet no dia a dia das pessoas tem influenciado – e muito – a indústria fashion. Trabalhar com redes sociais já não é um diferencial, é uma obrigatoriedade – caso contrário a marca ficará para trás perante seus concorrentes. Porém não basta estar online, é necessário manter um relacionamento com seus clientes; conhecer, entender e identificar suas necessidades e desejos. Apesar de ser uma grande aliada, as redes sociais podem ser bastante prejudiciais por causa da fácil e veloz disseminação da informação em sites de serviços, vendas e blogs de moda e conteúdo. Um erro pode tomar grandes proporções em questão de minutos, algo que, nas décadas passadas, era mais difícil.

O dia-a-dia das pessoas está cada vez mais corrido, por isso a compra pela internet tem apresentado um grande crescimento. Segundo o site E-bit, em 2011 o faturamento deste setor foi de R$18,7 bilhões. E a estimativa para 2016 é fechar o ano com R$44,6 bilhões. Porém ainda há algumas ressalvas em relação ao e-commerce de vestuário. Muitas pessoas têm medo que as peças não sirvam ou não tenham um bom caimento. Por isso, as marcas online precisam – assim como toda a indústria – continuar se reinventando para solucionar os problemas que acabam surgindo.

Com isso, o grande desafio do terceiro milênio em relação à moda, é conseguir se aproveitar ao máximo das novas tecnologias, sem perder o fator humano, mantendo um bom relacionamento com o cliente, mesmo que seja a distância. A web 3.0 irá ajudar – e muito – não só as empresas, mas os clientes também. Ambos conseguirão identificar de forma mais eficaz aquilo que procuram – sejam produtos, sejam clientes e seus gostos. O importante na era moderna é encontrar algo que diferencie sua marca das demais, pois, como disse Coco Chanel, “para ser insubstituível, deve-se sempre ser diferente”.

Colaboração: www.uppermag.com

 



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